sábado, 28 de julho de 2012

Final Fantasy I, agora para Android!


Pronto! Você que tem um Android e é fã de RPGs, já pode abrir um sorriso de "ponta a ponta" do seu rosto, pois o primeiro Final Fantasy já está disponível no sistema operacional da Google.
Todo RPGista ou Nerd que se preze, sabe a história do Final Fantasy I, que nos encanta com a saga dos Quatro Guerreiros da Luz, partindo em busca do Cristais Mágicos para salvar a todos de Chaos, uma divindade maligna.

Final Fantasy, versão para Android.
Lançado primeiramente em 1987 para Nitendinho, FFI ganhou muitos remakes inclusive uma versão para iOS, sistema operacional da Apple. O melhor de tudo é que seremos presenteados com um FFI de ótimos gráficos (com todo respeito ao NES, mas fazer uma adaptação com os mesmo gráficos, por favor, né?!), tirando o máximo que se pode exigir de um Tablet ou Smartphone. 
O jogo pode ser adquirido na Google Play custando R$ 20, preço muito acima da versão estadunidense que está sendo vendida por US$ 7 (mais ou menos R$ 14, atualmente).

Vale lembrar que esse NÃO é o primeiro Final Fantasy a ganhar uma versão para Android já que o Final Fantasy III já tem uma adaptação para tal sistema. (Você pode obter Final Fantasy III para Android, clicando aqui).

Isso é uma grande porta para o Final Fantasy, que já teve adaptações para outros sistemas portáteis, no Android. Só nos resta esperar para vermos outras versões da serie ganhando também sua adaptação para esse sistema. Enquanto isso ficaremos detonando as que já tem! Você pode obter o Final Fantasy I, no Google Play, clicando aqui.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Final Fantasy XV será Open World!



Olá aventureiros, uma noticia essa semana me arregalou os olhos, ela se tratava de um rumor que o Final Fantasy XV estaria em produção desde 2010 e seria um projeto ambicioso suficiênte para tomar o lugar do tão esperado Final Fantasy XIII Versus, que para dessespero dos gamers foi CANCELADO. A Square tentaria superar as vendas e a boa receptividade do Final Fantasy XII, e para alcançar tais objetivos estaria disposta a arriscar um jogo Open World, que nada mais é do que a liberdade de explorar o cenário acima de tudo, os personagens seriam livres para visitar metrópoles élficas superpopulosas até Cavernas amarrotadas de monstros sem que precise necessariamente seguir o enredo da trama (para o leigos, Open World é como GTA). Segundo Yoichi Wada, presidente manda-chuva da companhia, ele estaria querendo que FFXV tenha a mesma grandiosidade de Elder Scrolls: Skyrim. Além dessa enxurrada de inovações estaria previsto uma novidade no sistema de batalha, a equipe de desenvolvimento está almejando algo como sistema do clássico "Vagrant Story".


(Falha na tentativa de mostrar o sistema de batalha de Vagrant Story)

Agora vamos para as dúvidas e a minha irrelevante opinião...

        É inegável afirmar que quanto mais a Square se inspira em jogos ocidentais acaba decepcionando seus fãs como foi o caso de FFXI, mesmo que esta versão seja um “divisor de águas” do sistema de batalha da franquia. Eu sou cem por cento a favor de Final Fantasy Open World, claro, quem não seria? Quem não queria mergulhar em atmosferas como Spira de FFX (meu preferido) com total liberdade ou até mesmo andar sobre qualquer centímetro de qualquer versão de FF? Dá um entusiasmo, não é?! Mas acho que queria mesmo é que a Square retorna-se a suas raízes, não com um remake, mas um novo sucesso original. Tanto se tem feito para imitar as “sensações” ocidentais que eles se esquecem que representam uma cultura rica e que tanto fez por nós, gamers e RPGistas. A idéia é ter grandiosidade similar a de Skyrim então que se faça assim, porem não deixe que a essência de Final Fantasy se perca em belas animações e efeitos audiovisuais!


Deixe também a sua opinião! Concorda ou discorda, deixe aqui seu ponto de vista!

domingo, 15 de julho de 2012

Mortilus Land



 
           “Não ouse proclamar que esta terra não seja a mais sombria de todos os lugares pelo qual você já cavalgou. Mesmo que vossos olhos tenham presenciado a morte de crianças e mulheres não seria um trauma maior do que aprofundar seus conhecimentos sobre este solo improdutivo e gélido que mais se parece com um cadáver, nada será mais horrendo do que apenas saber o que já aconteceu por aqui. Para adentrar nos portais de Mortilus será preciso um sacrifício inicial, sete fios de cabelo do aventureiro retirados ali mesmo por um servo da nobreza, para sair, um sacrifício maior, sete gotas de sangue retiradas do aventureiro por sua própria arma. Depois disso o aventureiro nunca será o mesmo.”



          Povoado por Aberrações, Bruxos, Elfos da Noite, Mortos-Vivos e outras criaturas sombrias, Mortilus Land sobrevive rodeada por três vulcões ativos e um céu no qual o sol nunca ousou clarear. Esse continente serve de sede para a Ordem dos Magos Negros, a maior escola de profissões para Magos Negros, Cavaleiros Negros e etc.

 (Mortilus Land, A terra sombria)

   Zafar, O Ordinário, governa sem concorrência por aqui, tem poder suficiente para mandar e desmandar em qualquer criatura por estas terras, mesmo que ela só esteja de passagem e não nenhum “peão de outra divindade”, porem é pouco provável que um peão divino ande por tais terras e sobreviva tempo suficiente para causar algum desconforto ao temido líder das trevas.
  A arquitetura sombria de Mortilus foi uma herança de antigos Bruxos, que no passado, enterraram, nesse continente, mistérios e lendas intrigantes.



 (Esta postagem faz parte da Ambientação: Divindades & Aberrações

sábado, 14 de julho de 2012

Terra Sagrada de Andreus



Continente considerado sagrado por abrigar divindades e relíquias além de servir de sede para duas escolas de Profissões Santas, a Ordem Grandiosa de Andreus ao leste, e a oeste a falida Paladin School. Essas terras são cobertas por uma bela vegetação de vários tons, uma arquitetura religiosa e mística que atrai artistas de todo o planeta. Inúmeros são os templos por este continente que cultuam fervorosamente Zeus e o semideus Andreus, templos esses engenhados de infinitos e misteriosos corredores. A paz reina por aqui, porém ameaçada por membros de outras crenças como é o caso dos Druidas Elementares que admitem extrema oposição a qualquer outro culto que não seja aos elementos da natureza.

       Situado ao Norte deste continente localiza-se o templo Sagrado das Esferas de Zeus (Spheres of God), acessível apenas por pessoas de “bom coração”, o templo flutua sobre um campo vasto de tulipas incrivelmente amarelas rodeado por um bosque mágico e habitado por um dragão Thunderlight (Forma de Andreus após a transfiguração).
       Há um vilarejo de camponeses guerreiros no continente que constitui a pequena população, vivendo da agricultura de subsistência e da caça. O vilarejo é conhecido por consagrar inúmeros heróis ao redor do mundo, na maioria dos casos são jovens que saí pelo mundo em busca de novos horizontes já que em sua terra natal não existe muitas opções além de Profissões Santas (Paladino, Clérigo, Mago Branco...).


(Esta postagem faz parte da Ambientação: Divindades & Aberrações)

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Ambientação: Divindades & Aberrações


Char, O Planeta Solitário
Char é o único planeta do seu sistema solar, isso se deve porque ele é o centro do próprio universo, fazendo com que seu sol o rodeie e não o contrário. Sendo duas vezes maior que a terra não impede de ser superpovoado, sua biodiversidade é imensa e estima-se que os seres catalogados são apenas 40% do total.
Ao norte do planeta se localiza a Terra Sagrada de Andreus um continente considerado sagrado por abrigar Divindades e relíquias, como as Spheres of God.
Ao Sul está Mortilus Land uma terra improdutiva rodeada de vulcões, templos arcanos de arquitetura sombria e governada por Zafar, O Ordinário. Povoada pelas mais bizarras criaturas este continente serve de sede para A Ordem dos Magos Negros, uma organização que se auto intitula como preparatória de Magos Contemporâneos, acredita-se que seus administradores sejam aliados de Zafar.
O maior continente se situa no centro do planeta, Gleanna é repleta de reinos de reis maquiavélicos e metrópoles élficas altamente tecnológicas.
Preenchido por 90% de floresta, a Ilha/Continente é sem dúvida muito misteriosa. Nada se sabe do que pode ter lá, já que todas as expedições de exploração foram fracassadas, jamais alguém retornou de lá com a mente sana para esclarecer as duvidas de todos, além de terem morrido dias após o diagnostico de danos irreversíveis ao cérebro e sem qualquer evidência de agressão.
O menor continente porem não chega a ser pequeno é o Reino Centralizado de Guardian, corresponde a um único reino sobre esse continente governado pela família e doutrina Guardian. Os habitantes do continente são considerados pagãos, pois não fazem culto a deuses nem a forças da natureza, são caracterizados pelo uso constante da cor azul em suas vestes e nas suas construções.


Ler mais sobre:
Terra Sagrada de Andreus
Mortilus Land 

 

sábado, 19 de maio de 2012

Final Fantasy RPG




               Há mais ou menos um ano atrás, conheci um sistema de RPG que anexava tudo aquilo que eu jogava no computador, videogame e no RPG propriamente dito, logo adotei-o para minha mesa de RPG. Fiquei vislumbrado com o desenrolar das sessões após ter adotado esse sistema. O que mais gostava era a atmosfera criada, característica comum de qualquer jogo Final Fantasy, então decidi criar um blog diário de campanha, em virtude das minhas sessões de RPG que estavam ficando cada vez mais prazerosas. Quero disponibilizar o link para o download do livro Final Fantasy RPG, para que outros RPGistas conheçam e possam admirar esse sistema.


Desejo a todos uma boa campanha!




Clique aqui para acessar a página oficial de downloads RPG Final Fantasy.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Vila Kunai




         Vila criada por ninjas há 500 anos, hoje habitada por diversos povos. Chefiada por Chu, um ninja mercenário, frio e autoritário, Kunai não vive nos seus melhores dias. Ultimamente a vila tem passado por sérios problemas e um deles é a invasão de Vargs selvagens à caverna onde se armazena o estoque das colheitas. Chu está a estudar todas as alternativas para resolver o problema, chegou a  abrir uma agência para aventureiros que queiram se alistar corajosamente para expulsar os malditos lobos da vila recebendo uma boa recompensa pelo feito. O guardião da vila é a Garça, devido um respeitado ninja que baseava seus ataques nos movimentos do animal, além de ter comandado a vila no passado triunfando em batalhas com um limitado exército.
         A economia da vila anda abalada por conta da escassez de mantimentos nas mãos dos aldeões, já que o estoque está em domínio dos Vargs.
         A organização social da vila se baseia na monarquia do Ninja Chefe, uma classe intermediária composta por comerciantes e aventureiros em seguida aldeões que vivem da agricultura e por último a classe dos escravos de guerra.
         A vila é uma ótima atração para aventureiros, pois há uma variedade de criaturas mágicas e plantas que servem como produtos para as mais diversas porções.